Quarta, 24 de Julho de 2024
Educação Alfabetização

Em parceria com governos federal e municipal, Educação do Acre realiza seminário sobre política territorial de alfabetização. Saiba mais

Programa Compromisso Alfabetiza Acre incentiva os estados a criarem suas políticas territoriais de alfabetização, com investimentos em infraestrutura e materiais pedagógicos

14/05/2024 às 17h37 Atualizada em 28/05/2024 às 11h49
Por: Lorena Brum Fonte: Secom Acre
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Foto: Reprodução/Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre

 

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A Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE), por meio da Diretoria de Ensino, em parceria com os governos federal e municipal, realizou na manhã desta terça-feira, 14, o Seminário Regional da Construção da Política Territorial de Alfabetização do Acre para a regional do Baixo Acre, no auditório da SEE, em Rio Branco.

Na abertura do seminário, estiveram presentes o secretário adjunto de Ensino da SEE, Tião Flores; o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom; a secretária municipal de Educação de Xapuri e representante da Undime no Acre, Fernanda de Abreu; e a coordenadora-geral de alfabetização do Ministério da Educação (MEC), Mônica Silva.

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Representantes dos municípios do Baixo Acre participaram do seminário sobre politica territorial de alfabetização. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Representantes dos municípios do Baixo Acre participaram do seminário sobre politica territorial de alfabetização. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Os seminários do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, do governo federal, que têm o governo do Estado e as prefeituras como parceiros, serão realizados nas cinco regionais do estado. Nesta terça-feira, participaram professores, gestores, coordenadores e secretários municipais de educação dos sete municípios do regional Baixo Acre, sendo eles: Rio Branco, Senador Guiomard, Capixaba, Plácido de Castro, Bujari, Porto Acre e Acrelândia.

De acordo com Márcio Parente, articulador do Compromisso Alfabetiza Acre, o programa incentiva os estados a criarem suas políticas territoriais de alfabetização e oferece apoio para isso, realizando investimentos tanto em infraestrutura como em material pedagógico, além de efetuar premiação em boas práticas.

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O que estamos fazendo hoje aqui é um seminário para discutir, com a Regional do Baixo Acre, a construção de nossa política territorial de alfabetização, debatendo com os nossos atores principais essa política, para ter uma proposta de minuta territorial que a gente possa consolidar”, explicou.

Secretário adjunto de Ensino Tião Flores: “Vamos envidar todos os esforços para melhorar nossos índices”. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Secretário adjunto de Ensino Tião Flores: “Vamos envidar todos os esforços para melhorar nossos índices”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

O secretário adjunto Tião Flores destacou que o governo do Estado envidará todos os esforços para que se possa avançar no processo de alfabetização.

Precisamos desses índices; o analfabetismo ainda é grande e temos que melhorar a qualidade do nosso ensino”, disse.

Já Fernanda Abreu explicou que os seminários são momentos importantes para os 22 municípios.

Vamos firmar e nos comprometer com o regime de colaboração entre os entes federativos, pois é com a união de todos que iremos garantir a alfabetização dos nossos alunos”, ressaltou.

Professora Fernanda Abreu, da Undime: “Vamos nos comprometer com o regime de colaboração”. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Professora Fernanda Abreu, da Undime: “Vamos nos comprometer com o regime de colaboração”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A gestora explicou ainda que a meta do compromisso nacional pela alfabetização é fazer com que as crianças até o 2º ano do ensino fundamental, anos iniciais, estejam alfabetizadas. Além disso, também é objetivo realizar a recomposição da aprendizagem para os alunos até o 5º ano.

Por parte do MEC, Mônica Silva destacou que a política de alfabetização no Acre precisa ser construída em parceria com os municípios.

Acreditamos que o regime de colaboração possibilitará o enfrentamento de desafios específicos e o MEC tem apoiado técnica e financeiramente, com a elaboração de materiais e a formação de professores”, disse.

Coordenadora do MEC, Mônica Silva: “As secretarias estaduais entram como eixo de apoio diante dessa imensa diversidade”. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Coordenadora do MEC, Mônica Silva: “As secretarias estaduais entram como eixo de apoio diante dessa imensa diversidade”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Embora o processo de alfabetização se consolide em toda a trajetória escolar, é preciso garantir que ao fim do segundo ano o aluno tenha elementos que são fundamentais para a alfabetização e as secretarias estaduais entrem como eixo de apoio diante dessa imensa diversidade da realidade como, por exemplo, a dificuldade de acesso”, afirmou.

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